Cidade de Ouro Preto

Cidade de Ouro Preto
A cidade de Ouro Preto com seus enormes casarões reserva histórias da inconfidência mineira e de grande parte do período colonial brasileiro. Umas das atrações são os belos casarios nas vielas sobre as ladeiras estreitas.

Maquete Virtual da Arquitetura Colonial Urbana

Após compreender a teoria sobre Arquitetura Colonial Urbana, projetamos esta Maquete Virtual com o objetivo de apresentar de uma forma mais dinâmica o que representaria uma vila na época colonial. (O projeto da maquete foi realizado com auxílio da JP CULTURAL LTDA ASSESSORIA MUSEOLÓGICA E CULTURAL, por meio da colaboração do Museólogo João Paulo Corrêa)

domingo, 24 de abril de 2011

As Construções

* As casas eram construídas de forma uniforme e em certos casos tal padronização era fixada nas Cartas Régias ou em posturas municipais. Dimensões e números de aberturas, altura dos pavimentos e alinhamento com as edificações vizinhas foram exigências correntes no século XVIII. A finalidade desta padronização era garantir para as vilas e cidades uma aparência portuguesa.
* As salas da frente e as lojas aproveitavam as aberturas sobre a rua, ficando as aberturas dos fundos para a iluminação dos cômodos de permanência das mulheres e dos locais de trabalho. Entre estas partes com iluminação natural, situavam-se as alcovas, destinadas a permanência e onde dificilmente penetrava a luz do dia.
* As técnicas construtivas eram geralmente primitivas. Nos casos mais simples as paredes eram de pau – a – pique, adobe ou taipa de pilão e nas residências mais importantes empregava-se pedra e barro, mais raramente tijolos ou ainda pedra e cal.
* O sistema de cobertura, em telhado de duas águas, procurava lançar uma parte da chuva recebida sobre a rua e a outra sobre o quintal, cuja extensão garantia, de modo geral, a sua absorção sobre o terreno. A construção sobre os limites laterais, na expectativa de construções vizinhas de mesma altura, procurava garantir uma certa relativa estabilidade e a proteção das empenas contra a chuva, o que quando, não era correspondido, se alcançava através do uso de telhas aplicadas verticalmente. Assim abundância de mão de obra determinada pela existência do trabalho escravo, mas ausência de aperfeiçoamentos.

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